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Na corrida pela hegemonia na IA, EUA e China tentam formar alianças
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oglobo
Nas últimas semanas, o que parecia um distante rival no retrovisor dos EUA mostrou-se um competidor duríssimo na corrida pelo domínio da inteligência artificial (IA).
Ao lançar quatro modelos impactantes e inaugurar um novo órgão de governança global para a IA, a China deixou claro que a hegemonia nessa nova fronteira tecnológica é disputada entre dois polos.
As quatro IAs chinesas que abalaram os EUA nos últimos dias — GLM 5.2, Kimi K3, Qwen 3.8 Max e DeepSeek V4 Flash — desafiam o poder americano de alguma forma.
O lado americano parte de um cenário no qual a IA é uma extensão de um ecossistema de mercado consolidado há décadas nos setores de informática e telecomunicações.
Os EUA combinam investimento privado massivo, atração de talentos e domínio sobre hardware.