Mas esse apoio não é suficiente: Joana está depressiva, desempregada, endividada, sozinha. A pronúncia final das sílabas é geralmente mais baixa, como se ela fosse perdendo forças ao falar. Joana não ri. Essa realidade também se repete a outras mulheres vítimas amparadas pela Lei Maria da Penha, que completou 20 anos na última sexta. Tem três anos que eu não sei o que é sorrir.