Às vezes, dá um nervoso ser chamada de "filho do ou da", mas entendi que era um processo. Você fez parte da geração que construiu um legado para o funk carioca, Dennis. O que mudou no que é ser um DJ hoje em dia? Até hoje, para algumas pessoas, o que vem da favela é uma afronta: 'Como o funkeiro pode ter uma casa própria e ser meu vizinho?'. Mas ainda não ganho com os streamings, ainda... O que faz a minha renda são os shows.