— Uma tarde, ele me perguntou por que eu estava "com cara de triste". Em vez de dizer que não era nada, expliquei que havia perdido um amigo e que isso me deixava muito triste. Ele me ouviu com uma seriedade que eu não esperava de uma criança da idade dele. Depois perguntou: "E você lembra das coisas bonitas dele?". Naquela noite entendi que as crianças não precisam que escondamos a dor delas; precisam ver que a dor também passa.