Palavras que não se limitam a registrar o enésimo balanço de uma guerra que já entrou em seu quinto ano, mas que recolocam com força a questão das consequências humanas do conflito. E foi justamente às famílias das vítimas, aos feridos e a todos aqueles que sofrem por causa da guerra que o Papa expressou sua proximidade. Diante dessa dor, Leão XIV renovou o que definiu como um “veemente apelo” para que ambas as partes respeitem o direito internacional humanitário. “É necessário, de ambas as partes”, afirmou o Pontífice, “que se respeite o direito humanitário e que sejam evitados ataques que atinjam objetivos civis”. Rezo para que o Senhor possa deter o sofrimento daqueles que padecem, converter os corações daqueles que infligem tanta violência e conceder a paz tão esperada.”