Cientistas descobriram bactérias que transformam urânio tóxico em forma estável, oferecendo nova solução para descontaminação ambiental. Pesquisadores do Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf (HZDR) identificaram bactérias capazes de transformar urânio dissolvido em água contaminada em uma forma química estável, apresentando uma nova abordagem para a descontaminação ambiental. A equipe monitorou a redução do urânio dissolvido, constatando que, após 130 dias, apenas 5% do urânio permanecia na solução. A análise revelou que o urânio se acumulou nas paredes celulares das bactérias, indicando uma interação metabólica com o metal tóxico. A utilização de bactérias para estabilizar urânio pode representar uma estratégia inovadora para mitigar os riscos associados à contaminação por esse elemento.