“Há muita coisa ainda que nós só agora é que começamos a observar e que nos próximos anos de certeza que vai começar a dar resultados e informações muito interessantes”, assinalou. “Todos os mergulhos que nós fazemos com o veículo operado remotamente e todas as missões que fazemos com os veículos autónomos trazem-nos informação nova porque nós não sabíamos nada. “Tenho a certeza de que vamos ficar a conhecer muito mais e muito melhor os ‘habitats’ e as comunidades que nós temos aqui na Madeira”, sublinhou o investigador. As descobertas feitas atualmente são esporádicas e feitas de forma informal, uma vez que não existiam meios para conhecer o mar profundo. “Nós sabemos que existe muita coisa que não conhecemos”, salientou o investigador, reforçando que agora é preciso “ir mais vezes a outros sítios, mais fundo, a outros ‘habitats’, para tentar perceber o que é que existe”.