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Mente aberta, vida longa: estudo mostra um caminho para a velhice saudável
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VEJA
Estudo nas “blue zones” mostra que traços como extroversão e adaptabilidade podem impulsionar uma vida mais longa e saudável.
A boa nova é que uma fatia expressiva delas apaga hoje as velinhas do bolo com vigor renovado, esbanjando saúde.
Mas, como a ciência não para, os pesquisadores decidiram verter o olhar para um aspecto inexplorado, ao examinar como o jeito de ser de cada um pode impactar o relógio humano.
E a conclusão é que, sim, cultivar certos traços de personalidade costuma dar um bem-vindo empurrão à dobradinha da vida longa e saudável.
Aqueles que conseguem afiar a capacidade de lidar com os contratempos sem tanto peso costumam ser agraciados com mais anos de vida.