Numa manhã dessas, o smartwatch me informou, com a frieza de um perito criminal, que eu havia dormido “abaixo do ideal” pela quinta noite seguida. Nota 61 de 100, seguida de uma sugestão gentil: que tal se deitar mais cedo hoje? A Associação Brasileira do Sono também tem seus dados e estima que 73 milhões de brasileiros convivam com o problema. O sono, esse gesto aparentemente mais íntimo e biológico que existe, é profundamente social e impactado pelas transformações culturais. Como quase tudo no Brasil, o sono tem CEP e tem classe.