O presidente de Portugal, António José Seguro, enviou para o Tribunal Constitucional as alterações na lei dos estrangeiros que foram aprovadas no Parlamento. Como publicou a coluna, Seguro tinha argumentos para vetar apertos na imigração, principalmente nas regras que poderiam separar pais e filhos, deixando as crianças vulneráveis. "Algumas das soluções legislativas deste decreto levantam fundadas dúvidas quanto a saber se é acautelado o interesse superior da criança", informou Seguro em publicação no site da Presidência. Mas a regularização dos pais estrangeiros de filhos residentes e matriculados em escolas foi extinta pelos deputados de direita. Nesta matéria publicada aqui na coluna, Anna Pacheco, especialista em imigração para Portugal, explicou que as crianças ficam em situação vulnerável com as regras aprovadas.