Uma década depois de ser palco de competições na Rio-2016, o destino do Campo Olímpico de Golfe, que fica na Área de Preservação Ambiental de Marapendi, na Barra da Tijuca, foi parar nos tribunais este ano. No meio da discussão sobre o campo, primeiro da cidade aberto ao público e não apenas a sócios, há acusações por parte da prefeitura de que a operadora desvirtuou o uso do equipamento. Um laudo produzido em março por peritos do Instituto Carlos Éboli (ICE), que constatou remoção de vegetação, reforça as acusações. A atual gestora assumiu a operação com base em um plano da prefeitura para viabilizar o complexo. Para as primeiras competições em um campo saído do zero, de uma modalidade que voltava ao calendário olímpico depois de 112 anos, seriam necessárias obras de R$ 60 milhões.