Os pagamentos de tais verbas estão suspensos desde fevereiro, quando foi proferida a primeira decisão do STF sobre os penduricalhos. Quando a Corte fixou a lista de verbas indenizatórias que podem ser pagas no Judiciário e impôs um teto para o pagamento das mesmas, indicou que, a partir de agosto, poderia começar a liberar o desembolso de parte dos retroativos.