O episódio ganhou força após o caso de uma adolescente de 13 anos, que teria se automutilado ao vivo em uma transmissão na plataforma. Concomitantemente, o advogado-geral da União, Jorge Messias, anunciou que a Advocacia-Geral da União (AGU) buscará responsabilizar judicialmente o Discord por falhas na proteção de menores. “Vamos solicitar ao ministro da Justiça que encaminhe todas as informações para uma ação civil pública contra a plataforma”, disse. O caso gerou investigações do Ministério da Justiça, que deflagrou operações contra grupos suspeitos de incentivar práticas violentas em plataformas digitais. Desde março, o Discord passou a exigir verificação de idade para acessar conteúdos adultos ou alterar configurações de segurança.