O número consta de estudo liderado pelo chefe de estratégia macro e dívida pública da Warren Rena, Luís Felipe Vital, e antecipado ao GLOBO. A esse custo, que eleva mais rapidamente o endividamento federal, soma-se a renúncia anual de arrecadação, de cerca de R$ 33 bilhões, decorrente das isenções tributárias. De 2024 até a primeira metade deste ano foram vendidos mais de R$ 567 bilhões em NTN-Bs, os títulos que têm uma taxa fixa além de garantir a inflação e que têm prazos mais longos. Em termos de juros a mais cobrados desses títulos foi em média de 0,49 ponto porcentual em 2024, subindo para 0,63 ponto em 2025, chegando a 0,78 ponto na média do primeiro semestre deste ano. Por outro lado, parte da indústria de fundos, especialmente multimercados, se alinha à equipe econômica na defesa da revisão do incentivo aos títulos incentivados para que a competição seja mais equilibrada.