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Estudo da UFRJ avalia como homens e mulheres lidam com o estresse
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oglobo
Aprendemos a conviver com o estresse como quem convive com o barulho da rua: incomoda e muito, mas é “normal”.
Não é à toa que o estresse crônico já é tratado pela medicina quase como uma doença silenciosa.
— Foto: Acervo Projeto Xingu - UNIFESP 4 de 11Fachada do Hospital São Paulo, na capital paulista, onde o cacique Raoni Metuktire está internado.
Assim, os resultados de nosso estudo mostraram que as fêmeas parecem ser mais sensíveis aos efeitos nocivos do estresse crônico do que os machos.
Mulheres são mais propensas a desfechos adversos induzidos pelo estresse do que homens, como ansiedade e depressão .