Sofrimento diante da fraqueza e da impotência. Acredito no poder da palavra, das ideias, das sensações e dos sentimentos que elas expressam. Desde que comecei a escrever profissionalmente tenho gravado na memória a máxima atribuída a Carlos Drummond de Andrade: “Escrever é cortar palavras.” Escrever não ficção não tem esses perigos, mas não dá a vertigem da liberdade. Até música, que eu amo e muita gente gosta de ouvir ao fundo para escrever, me atrapalha.