Entretanto, o fracasso do plano israelita para remover a teocracia de Teerão está a deixar marcas na Mossad. O plano prevê que os navios cargueiros entrem no Golfo Pérsico através de uma faixa marítima controlada pelo Irão e saiam por uma via administrada por Omã. Também incluirá propostas para a criação de um mecanismo de financiamento conjunto para missões de resgate e proteção ambiental na zona – a que mais comummente se chama portagens. Mas a diplomacia iraniana sublinhou que a assinatura deste pacto com Omã não significa a reabertura automática ou imediata do Estreito de Ormuz ao comércio global. O plano do Mossad previa ataques israelitas contra posições da Guarda Revolucionária ao longo da fronteira do Irão com o Iraque, no Curdistão iraniano.