None
ES
Irão e Omã ainda não conseguiram declaração conjunta sobre o Estreito de Ormuz
['António Freitas De Sousa', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow', 'Class', 'Wp-Block-Co-Authors-Plus', 'Display Inline', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Where Img', 'Height Auto Max-Width', 'Vertical-Align Bottom .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Vertical-Align Middle .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar Is .Alignleft .Alignright']
Jornal Económico
Entretanto, o fracasso do plano israelita para remover a teocracia de Teerão está a deixar marcas na Mossad.
O plano prevê que os navios cargueiros entrem no Golfo Pérsico através de uma faixa marítima controlada pelo Irão e saiam por uma via administrada por Omã.
Também incluirá propostas para a criação de um mecanismo de financiamento conjunto para missões de resgate e proteção ambiental na zona – a que mais comummente se chama portagens.
Mas a diplomacia iraniana sublinhou que a assinatura deste pacto com Omã não significa a reabertura automática ou imediata do Estreito de Ormuz ao comércio global.
O plano do Mossad previa ataques israelitas contra posições da Guarda Revolucionária ao longo da fronteira do Irão com o Iraque, no Curdistão iraniano.