A acusada teria feito mais de 2.000 pedidos na loja online utilizando 238 contas falsas diferentes entre 2024 e 2025. Segundo uma reportagem do Sankei Shimbun, tratava-se de pedidos com pagamento na entrega — uma opção ainda comum para lojas online no Japão. No entanto, a mulher não identificada é acusada de cancelar os pedidos ou de permitir que fossem enviados e acabassem não sendo retirados pelos destinatários. A acusada teria admitido as acusações e declarado: "Eu amo animes em geral, então fazer esses pedidos satisfazia esse desejo". Ela também teria dito que essas maratonas de compras de produtos de anime proporcionavam alívio para o estresse do dia a dia.