None
ES
“Negociações complexas”: EUA, Canadá e México vão rever acordo de 2020
['António Freitas De Sousa', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow', 'Class', 'Wp-Block-Co-Authors-Plus', 'Display Inline', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Where Img', 'Height Auto Max-Width', 'Vertical-Align Bottom .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Vertical-Align Middle .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar Is .Alignleft .Alignright']
Jornal Económico
A elevada interdependência industrial entre EUA, Canadá e México, especialmente em setores estratégicos como o automóvel e a energia, limita o espaço para uma eventual rutura do acordo.
“Afinal, as exportações para os Estados Unidos representam 30% do PIB do México e 17% do PIB do Canadá”.
Perante estas exigências, México e Canadá têm motivos sólidos para manter posições firmes, o que sugere negociações longas e complexas”.
O cumprimento das normas do T MEC tornou se o principal meio para que empresas canadianas e mexicanas obtenham isenções tarifárias.
Esta situação confere atualmente ao Canadá e ao México uma vantagem competitiva significativa face a outros parceiros comerciais dos EUA, especialmente a China.