“Bandos” de jovens, certamente em desespero que vinham em busca de emprego e de uma vida longe da pobreza a que as terras de onde vêm os condena. Nos exemplos aludidos, os líderes de tais ideologias, esqueceram-se, convenientemente, que os portugueses não fizeram decair a França; nem os europeus, mexicanos e africanos pioraram os EUA; nem os espanhóis ou os sul-americanos diminuíram a Argentina, respetivamente. Já dos citados, restam poucas dúvidas que têm declinado, eles mesmos, a paz social nos seus países e no mundo. Surpreendente e cinicamente, dizem que o fazem em nome dos “direitos humanos e dos valores democráticos”. É imperativo que os povos se rebelem contra tudo o que pressuponha a fragmentação social, o autoritarismo e a repressão; o ultranacionalismo, o chauvinismo, a xenofobia, a teocracia, o racismo, a homofobia, a transfobia ou o reacionarismo.