A estratégia também serviu para facilitar a construção de consenso no plenário ao dar tempo para os ministros estudarem os argumentos. Para Buzzi, isso teria violado o princípio da ampla defesa, do contraditório, da paridade de armas e do sigilo. Na prática, com os impedimentos e as ausências, sobraram 28 ministros aptos a votar. É por isso que não apenas eventuais votos a favor foram mapeados, mas também possíveis ausências, que ajudariam Buzzi da mesma forma. Não deve ser reconhecido valor probatório a tais relatos indiretos, na medida em que apenas ecoam o relato vitimário”, sustenta a defesa.