Uma rede de regularização falsa de imigrantes, com ajuda de funcionários de serviços públicos, foi acusada de atividades criminosas pelo Ministério Público (MP) de Portugal. A acusação revelou que funcionários do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foram corrompidos em troca da emissão dos números de pacientes. (“...) a funcionária pegou um selo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que levou para sua casa. O esquema consistia na falsificação de contratos de trabalho emitidos por empresas de fachada, de recibos de pagamento e comprovantes de residência em Portugal. “(...) visava a legalização de estrangeiros obtendo para os mesmos, de forma fraudulenta, autorização de residência em Portugal”, informou o MP.