O raciocínio é claro: robôs e inteligência artificial vão produzir mais bens e serviços do que qualquer pessoa consegue consumir, e o dinheiro é apenas um direito sobre aquilo que é escasso. Não é um paradoxo novo. O melhor precedente, no entanto, não é o computador. A explicação não é técnica. Um processo empresarial não é apenas uma forma de trabalhar.