O sistema foi desenvolvido para operar sem motorista e realizar diferentes tipos de missões em um mesmo cenário de combate. A plataforma pode ser equipada tanto com mísseis de cruzeiro Tomahawk, empregados em ataques de longo alcance, quanto com interceptadores Patriot, usados na defesa contra aeronaves, drones e mísseis inimigos. Durante o exercício, o lançador operou em conjunto com um veículo de comando tripulado chamado JUMPS C2 e um veículo robótico responsável pelo reabastecimento automático de munições. Nesse conceito, os militares permanecem em uma posição protegida enquanto os sistemas autônomos executam as tarefas de deslocamento, recarga e disparo. O Exército americano pretende expandir esse modelo para que um único veículo de comando possa controlar simultaneamente até quatro lançadores autônomos, aumentando o poder de fogo e reduzindo a exposição das tropas no campo de batalha.