O Banco Central brasileiro anunciou na noite desta quarta-feira, 5, mais um corte em sua taxa básica de juros, a Selic. Com a nova redução, a taxa, que começou 2026 a 15% e estava em 14,25%, chega agora a 14% ao ano. E, mesmo assim, o país continua ostentando uma das taxas de juros mais altas do mundo. Isto porque a Rússia, que antes estava à frente, com uma taxa de 14,75% ante os 14,5% do Brasil, agora empata com a nossa Selic, ambos em 14%. Só dois países têm atualmente juros mais altos que os brasileiros e os russos: a Argentina, com 29%, e a Turquia, que, depois de anos de interferência do governo no banco central, reduziu recentemente para 37%.