Ao anunciar nesta quarta-feira, 5, o quarto corte consecutivo da taxa básica de juros, a Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enviou um recado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tal descompasso aumenta a pressão sobre os preços e dificulta o trabalho da instituição presidida por Gabriel Galípolo de combater a inflação. Em bom português, significa que o BC sente que continuará enxugando gelo, caso Lula inunde a economia com dinheiro de programas assistenciais para angariar votos em outubro. Até que tais forças se equiparem, o Copom comandado por Galípolo avisa que o cenário “demanda serenidade e cautela na condução da política monetária”. Lula x Flávio: os eleitores que devem decidir a disputa