A agência concluiu que os riscos de branqueamento de capitais e de crime financeiro continuarão a ser um fator importante na avaliação de crédito dos bancos europeus, sobretudo para instituições com operações transfronteiriças complexas ou controlos internos ainda insuficientes. 5 Agosto 2026, 22h38Os riscos de branqueamento de capitais continuam a pesar sobre o perfil de crédito dos bancos europeus, à medida que falhas de controlo, novas ameaças tecnológicas e o reforço da supervisão elevam a pressão regulatória sobre o setor, afirmou a Morningstar DBRS num relatório divulgado nesta terça-feira. Segundo a DBRS, as fragilidades mais recorrentes nas instituições europeias incluem falhas na avaliação de risco, na diligência sobre clientes, no monitoramento de transações, na governação e na dotação de recursos para compliance. Entre as atividades mais vulneráveis, o relatório cita as áreas de correspondent banking, private banking, pagamentos e remessas, trade finance, corporate banking e bancos digitais e ligados a criptoativos. A agência concluiu que os riscos de branqueamento de capitais e de crime financeiro continuarão a ser um fator importante na avaliação de crédito dos bancos europeus, sobretudo para instituições com operações transfronteiriças complexas ou controlos internos ainda insuficientes.