Segundo o relatório de auditoria hoje divulgado, os benefícios atribuídos totalizaram 4,5 milhões de euros, repartidos entre isenções de IMT (1,5 milhões de euros), isenções de taxas urbanísticas (900 mil euros) e reduções do preço de terrenos (2,1 milhões de euros), sendo que 2,3 milhões de euros corresponderam a apoios concedidos a apenas três empresas multinacionais. 5 Agosto 2026, 19h58O Tribunal de Contas (TdC) concluiu que o Município de Viana do Castelo atribuiu 4,5 milhões de euros em benefícios fiscais entre 2017 e 2022 sem verificar previamente o cumprimento dos requisitos legais e sem definir critérios objetivos suficientes para a sua concessão. Segundo o relatório de auditoria hoje divulgado, os benefícios atribuídos totalizaram 4,5 milhões de euros, repartidos entre isenções de IMT (1,5 milhões de euros), isenções de taxas urbanísticas (900 mil euros) e reduções do preço de terrenos (2,1 milhões de euros), sendo que 2,3 milhões de euros corresponderam a apoios concedidos a apenas três empresas multinacionais. A auditoria acrescenta que não foram encontradas evidências de qualquer análise custo-benefício para o município antes da atribuição dos apoios. O relatório de auditoria foi hoje publicado pelo Tribunal de Contas.