Integrantes da campanha lulista dizem que Gaspar não é um político com imagem nacionalizada, apesar de ele ter sido o relator da CPI do INSS no Congresso, que investigou fraudes contra aposentados e pensionistas. Mas dizem que há elementos para atrelar o escândalo ao governo Bolsonaro e a aliados, afirmando que foi por ordem de Lula que esse tema passou a ser investigado e os lesados, reembolsados. Eles reforçam que Alfredo Gaspar foi a última opção possível, e que isso deverá ser usado para desgastar Flávio. Eles reforçam que Flávio vinha tentando sinalizar para o eleitorado feminino, que apresenta resistências ao nome dele, até na busca por uma vice mulher, e acabou optando por um nome que pode afastar ainda mais esse segmento dele. Um aliado de Lula diz ainda, sob reserva, que a escolha de Alfredo Gaspar também ajuda o grupo político em Alagoas que estará ao lado do presidente, já que é um nome de direita que deixa a eleição.