Ao contrário do estereótipo de geração “gastadora”, vários estudos internacionais mostram que a Geração Z começa a poupar mais cedo do que os Millennials. A Geração Z tende a recusar culturas de trabalho excessivamente exigentes, mesmo que isso implique salários mais baixos ou progressão de carreira mais lenta. A Geração Z representa já uma fatia significativa do poder de compra global e essa influência só tende a crescer. As instituições que se adaptarem com mais transparência, digitalização e alinhamento com valores sociais ganharão vantagem competitiva. Mais do que uma geração de contrastes, a Geração Z revela uma lógica coerente: poupar com propósito, consumir com critério e procurar autonomia financeira fora dos caminhos tradicionais.