A ideia é que soldados carreguem o equipamento em mochilas e possam lançá-lo com uma equipe de apenas uma ou duas pessoas. Diferentemente de modelos maiores, o sistema foi projetado para ser leve, portátil e exigir pouca infraestrutura para operação. As aeronaves serão controladas por um sistema semelhante ao de drones comerciais e contarão com câmeras diurnas e sensores infravermelhos para localizar alvos. Nos próximos meses, os sistemas passarão por avaliações de segurança, resistência a impactos, temperaturas extremas e testes com ogivas reais. Um dos ensaios mais importantes está previsto para novembro, quando serão realizados os disparos com munição ativa.