Integrantes da campanha destacam que ele não era um personagem distante do governo, mas ocupava um posto no gabinete presidencial e fazia parte do círculo próximo de Lula. A orientação foi fazer uma gravação curta, direta e sem uma produção elaborada, para aproveitar o momento em que o assunto começava a ganhar repercussão. Chance de mudar o assuntoA ofensiva ocorre depois de semanas em que foi a própria campanha de Flávio que precisou administrar uma sequência de crises. Também houve uma crise pública com Michelle Bolsonaro, que acusou o enteado de tê-la desrespeitado em uma conversa sobre os rumos eleitorais do PL. A chegada de uma agenda negativa para Lula é vista, portanto, também como oportunidade para Flávio deixar de responder às próprias crises e assumir uma postura ofensiva contra o adversário.