A UE tenta agora mudar a narrativa após vários dias de troca de acusações sobre o incidente. A Itália liderou, no fim de semana, uma carta crítica dirigida a Sánchez, assinada por 22 líderes, pouco depois de reintroduzir alguns controles de fronteira para viajantes vindos da Espanha. Diversas capitais também acusaram Sánchez, um dos poucos líderes socialistas do bloco, de incentivar a migração por meio de políticas progressistas, incluindo uma iniciativa para conceder autorização de residência a mais de 1 milhão de pessoas.