No primeiro recurso, Bolsonaro contesta a decisão que proibiu, até o fim das eleições gerais de 2026, o recebimento de visitas com finalidade político-partidária e a divulgação de manifestações político-eleitorais por qualquer meio. Também alegam que a expressão "visitas com finalidade político-eleitoral" é vaga e incompatível com as garantias do devido processo legal. Em outro agravo, a defesa pede a revogação da decisão que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai. Os advogados afirmam que Bolsonaro não sabia que o documento seria publicado e lembram que, em dezembro de 2025, uma correspondência semelhante foi divulgada sem que houvesse questionamento sobre eventual descumprimento das medidas cautelares. A defesa também afirma que a suspensão das visitas é desproporcional e viola o direito previsto na Lei de Execução Penal de receber familiares.