A invasão do Iraque em 2003 e o desmantelamento das Forças Armadas locais abriram caminho para o surgimento de uma rede de milícias armadas, apoiadas por Teerã, que lideraram uma insurgência contra os americanos. A guerra civil no Iêmen, da qual os houthis eram protagonistas, permitiu a expansão do poderio iraniano para o Mar Vermelho. Mas a resposta aos ataques do Hamas em 2023 mostraram os limites da aliança, incluindo do Irã, que foi bombardeado pela primeira vez pelos israelenses no ano seguinte, e que se viu em meio a à guerra total em fevereiro. Para alguns políticos, analistas e estrategistas militares, o Eixo da Resistência havia chegado ao fim — para Bashar al-Assad, de fato, a história de fato terminou em 2024. — O fato de a rede estar enfrentando uma ameaça existencial não significa necessariamente que ela irá se desintegrar — disse Ahmed Nagi, analista do International Crisis Group, à AFP.