O GEOTA pede ao regulador liderado por Pedro Verdelho para chumbar o plano de investimentos. O Grupo avisa que esta estratégia “agrava também a vulnerabilidade energética de Portugal, que continua a importar todo o gás natural que consome. A Comissão Europeia estima que a eletrificação poderá reduzir as importações europeias de gás em mais de 70% até 2040”. O biometano e o hidrogénio renovável deverão ser prioritariamente direcionados para os setores onde a eletrificação é mais difícil”. Assim, defende a criação de um plano nacional “territorialmente diferenciado e socialmente justo para a manutenção e desativação progressiva das redes de gás.