O incidente ocorreu em abril de 2024, em Viana, e envolveu uma mulher transgênero que foi agredida fisicamente, detida arbitrariamente, submetida a discriminação e tratada de forma degradante por agentes da Polícia Nacional de Angola. O julgamento teve início em 4 de maio de 2026 perante o Tribunal Militar da Região Militar de Luanda. Os réus também estão proibidos de entrar em contato ou se aproximar da vítima durante o período de suspensão. Em 2019, Angola tornou-se um dos primeiros países da África Austral a adotar proteções legais abrangentes para as pessoas LGBTIQ+. Esse trabalho contribui para os esforços de combate à impunidade de atos de violência e discriminação com base na orientação sexual e na identidade de gênero em Angola.