Mas o recado é poderoso: a demência não deve ser vista apenas como destino inevitável. A atividade física não exige tecnologia sofisticada, não depende de uma descoberta futurista e não precisa começar com desempenho de atleta. O mais interessante é que o exercício não protege o cérebro apenas por melhorar o corpo. É também um estímulo imediato para um cérebro que entende movimento como sinal de vida. A resposta mais honesta é que qualquer movimento sustentado já é melhor do que a imobilidade.