A polícia aguardava a sua chegada, atendia-os (sem haver registo de violência), identificava-os e encaminhava-os para os centros de acolhimento. “O diretor, depois que os residentes terminavam de comer, abria as portas e acomodava os que vinham de fora à mesa; depois, tinham que sair novamente”, conta o advogado. Na manhã de sexta-feira, os imigrantes iniciaram a jornada de regresso, conduzidos pelo exército, para grande alívio das autoridades. Do lado de Marrocos a polícia acionou canhões de água e gás lacrimogéneo, repelindo os imigrantes que ainda aguardavam para entrar na Espanha. Além disso, apoia logística e financeiramente o repatriamento de imigrantes que não obtiveram direito de asilo.