A primeira vez que coloquei um cigarro na boca foi aos 14. Estava fazendo um trabalho de escola na casa de uma amiga quando ela e outras meninas insistiram para que eu experimentasse. Hoje, toda vez que sinto vontade de fumar, me lembro do dreno que comprimiu meu pulmão por três dias após o procedimento. E tudo o que eu não quero é sentir, mais uma vez, aquela fissura incontrolável. Já coloquei na cabeça que nunca mais vou dar um trago, porque a coisa que mais quero na vida é que o câncer não volte.