O réu, que é marido da médica investigada por fraude processual no caso, está preso desde 15 de julho do ano passado. Os desembargadores confirmaram a decisão proferida pela juíza convocada Henriqueta Fernanda Lima, que, em fevereiro deste ano, já havia decidido, monocraticamente, em manter a prisão preventiva do acusado pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. Conforme as investigações da Polícia Civil, a vítima deu entrada em um hospital de Sorriso com diversas perfurações de arma branca, sofridas na distribuidora de bebidas. A polícia apurou que a vítima era amigo pessoal do dono da distribuidora e supostamente mantinha um relacionamento amoroso com sua esposa. Ivan, que morava em Tapurah, costumava se hospedar na residência do casal quando ia a Sorriso.