Entre essas alternativas, a fotobiomodulação, conhecida como laser terapêutico, vem se consolidando como uma das ferramentas mais promissoras da atualidade. Nossa missão é garantir que os profissionais utilizem tecnologias confiáveis, calibradas e capazes de oferecer segurança aos pacientes", afirma. A parceria também contribuiu para uma inovação inédita voltada às necessidades das pessoas com TEA. Além dos avanços tecnológicos, especialistas reforçam um princípio considerado inegociável: a fotobiomodulação não representa uma cura para o autismo. O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento, e qualquer promessa de cura contraria os princípios éticos da prática clínica e explora a vulnerabilidade das famílias.