As operações e intervenções das forças de segurança consolidaram-se como um dos principais fatores para a manutenção da violência armada nas grandes metrópoles brasileiras. É o que revela o relatório semestral divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Fogo Cruzado, que registrou uma participação recorde de agentes públicos em tiroteios no primeiro semestre de 2026. Mesmo com o incremento da presença policial nos conflitos, o levantamento aponta que as facções e milícias continuam avançando territorialmente. O índice representa uma alta em relação ao mesmo período de 2025, quando a participação das corporações esteve presente em 33% dos casos. O comportamento da violência armada apresentou nuances específicas em cada uma das regiões analisadas.