Empresários de São José do Rio Preto criaram e comandaram uma estrutura financeira bilionária para ocultar dinheiro ilícito vindo do jogo do bicho e de máquinas de caça-níqueis do Rio de Janeiro. O esquema prestava uma espécie de “terceirização” da lavagem de dinheiro para o crime organizado fluminense. A operação foi acelerada após os promotores descobrirem que os suspeitos já desconfiavam do monitoramento e planejavam fugir para os Estados Unidos. A Justiça também determinou o bloqueio de bens, imóveis, veículos, contas bancárias e criptomoedas de 18 pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. A defesa dos empresários informou que aguarda acesso aos autos para se manifestar, já que o caso corre sob segredo de Justiça.