30 Julho 2026, 18h23O secretário-geral do PS afirmou hoje que tudo o que disse ao primeiro-ministro esta quarta-feira sobre o ministro da Administração Interna “se mantém válido” depois dos esclarecimentos dados pelo governante. Perante a insistência dos jornalistas, disse apenas que “tudo o que disse ao primeiro-ministro se mantém válido” e que “por isso mesmo” é que o PS apoia a ida do ministro da Administração Interna à Assembleia da República, como propõe agora o Chega. “O que eu tinha a dizer disse ao senhor primeiro-ministro”, disse, acrescentando apenas que a sua posição “foi clara para todos”. Na mesma conferência de imprensa, disse que, no total, terá pago em numerário pelas obras no monte, em “10 a 12 fins de semana, cinco mil euros de forma faseada”, dos quais, reiterou, foram passadas faturas no Portal das Finanças. Em relação à declaração única de rendimentos, que Luís Neves não entregou enquanto estava à frente da PJ, o ministro disse “foi entregue qualquer notificação pelo Tribunal Constitucional para entregar”.