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CEO da CGD espera uma descida de 10% na produção de crédito com as novas medidas do Banco de Portugal
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Jornal Económico
ANTÓNIO COTRIM/LUSA30 Julho 2026, 18h59Paulo Macedo, CEO da CGD, espera que as medidas macroprudenciais do Banco de Portugal, que entram em vigor este sábado, terão um impacto na concessão de crédito à habitação própria e permanente, estimando uma redução da produção na ordem dos 10%.
Mas fez questão de sublinhar que percebe a medida macroprudencial do Banco de Portugal, em nome da prudência.
A revisão da recomendação macroprudencial do Banco de Portugal reduziu de 50% para 45% o limite máximo da taxa de esforço dos mutuários.
A CGD disse ainda que apoiou cerca de 18 mil famílias na compra de casa em 2026.
Em 2026, a instituição contratou cerca de 4.800 operações no âmbito deste programa, num valor superior a mil milhões de euros.