No entanto, e face a uma inflação de 3,5% na leitura mais recente, os juros não mexeram – contra a vontade de três dissidentes. “Acho que é uma representação desadequada dizer que os mercados não reagiram porque não subimos taxas hoje. A análise da Pantheon Macro classifica a próxima reunião, em setembro, como “crítica”, dado que “os investidores atribuem agora uma probabilidade de três em quatro a uma subida”. Outro aspeto que Warsh trouxe foi o de uma comunicação consideravelmente mais resumida, mas em que o resultado da votação é tornado explícito na nota à imprensa e mercados. “Esta é a melhor forma de acertarmos na política”, argumentou, garantindo ainda que “não houve nada de não-natural neste debate”.