Com a entrada em vigor da Lei de Representação de Interesses (Lei n.º 5-A/2026), a 27 de julho, entramos na era da transparência em ação. É um ponto de viragem no relacionamento entre setor público e privado, que tem tudo para fortalecer a confiança dos cidadãos nas instituições. De certa forma, parte disto já acontecia na Assembleia da República, que todas as semanas informa que entidades vai receber, em que dias e por que comissão ou grupo parlamentar. Lembremo-nos, todos, que o objetivo da lei é reforçar a transparência e não dificultar a participação do setor privado e da sociedade civil organizada na tomada de decisão pública. A representação legítima de interesses, que existe há muito mais tempo do que esta lei, traz aos decisores públicos pontos de vista baseados em experiências, dados e factos, para que decidam da forma o mais informada possível.