A privatização de empresas públicas por concurso público é, aliás, a exceção e não a regra. Os potenciais parceiros privados podem ter no acionista público um parceiro minoritário, mas a Azores Airlines precisa de gestão privada. Fez-se o contrário: assumiram-se responsabilidades e riscos para maximizar as probabilidades de sucesso e garantir um futuro para a SATA. Acreditamos ter feito tudo o que estava ao nosso alcance, até porque podemos não ter outra oportunidade. Uma palavra final para os trabalhadores do Grupo SATA, cuja resiliência ao longo de anos de incerteza merece reconhecimento exemplar.