Sei que é muito difícil de evitar em mundos abertos, mas pessoalmente aprecio bastante conteúdos feitos à mão, personalizados e únicos. É uma realidade jogável, não uma lista de tarefas com atividades repetitivas. “Se explorares, por vezes abres grandes ramificações da história que não consegues prever e algo de bom pode acontecer.” Contudo, The Blood of Dawnwalker não é apenas o conto de Vale Sangora - é algo muito mais pessoal. “O meu pedido foi para que não as reutilizássemos, para que não estejas sempre a ver os mesmos frescos ou as mesmas pinturas repetidamente em ruínas diferentes,” diz Szamalek.